Yoga e Saúde

 

por Alexsandro M. Medeiros

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postado em mar. 2016

 

            O Yoga pode ser definida como uma filosofia oriental associada à práticas meditativas tanto do budismo quanto do hinduísmo. A palavra Yoga é de origem sânscrita e pode ser traduzida por: “ungir”, “atar”, “integrar”. Etimologicamente a palavra yoga deriva da raiz sânscrita yuj que quer dizer “unir”. O Yoga conduz a união entre o Corpo-Mente-Alma e entre a alma e Deus.

 

Yoga é o caminho e o caminho que conduz a Deus. Yoga ensina como as pessoas podem viver para Deus com Deus e em Deus [...] O Bhagvada Gita fala que “Aquele que se tenha desapegado dos contatos externos encontra a felicidade em Atman (Alma); tendo alcançado a união (Yoga) com Brahman (Deus) desfruta a bem-aventurança eterna” (TEOTIA; TEOTIA, 2000, p. 15-16 – grifos no original).

 

            No Bhagvada Gita podemos encontrar pelo menos seis significados para a palavra Yoga contidos nos ensinamentos de Krishna: “1. Equanimidade na vitória e na derrota; 2. Habilidade e eficiência na ação; 3. O supremo segredo da vida; 4. Aquilo que gera indivisível felicidade; 5. Serenidade; 6. O que extingue a dor” (TEOTIA; TEORIA, 2000, p. 27).

 

(Selo de Pasupapti. SIEGEL, 2010, p. 11).

 

 

            A origem do yoga remonta, ao que se sabe, ao período de 2300 a 1750 a. C (FEUERSTEIN, 2006). É desse período o achado arqueológico que sugere “possíveis vestígios da prática da meditação” a partir da descoberta de um “selo de estearita, descoberto em escavações arqueológicas na Índia, realizadas entre 1921 e 1931 nas ruínas de Moenjodaro e Harappa, pela equipe de John Marshall” (SIEGEL, 2010, p. 11). A imagem ilustra um ser humano em posição de meditação, sobre um trono e cercado pelas figuras de quatro animais.

            O objetivo do Yoga é harmonizar o corpo com a mente e a respiração, através de técnicas de respiração (pranayamas), posturas de yoga (ásanas) e da meditação. No caso do Raja-Yoga são oito passos que devem ser realizados:

 

 

TEOTIA; TEOTIA, 2000, p. 36-38

SANTOS, 2013, p. 30

PEÇANHA; CAMPANA, 2010, p. 203

yama

abstinência, renúncia

abstinências

princípios de comportamento social

niyama

observação

observâncias

atitudes, comportamento individual

asanas

posturas

posturas

posturas em harmonia com a consciência

pranayama

controle e domínio da respiração

controle da respiração

controle da respiração e força vital

pratyahara

Isolamento da mente dos estímulos sensoriais

retirada dos sentidos

controle sensorial

dharana

concentração, atenção fixa

concentração

controle da mente, concentração

dhyana

meditação, fase de penetração da mente no ponto fixo em Dharana

meditação

meditação

samadhi

êxtase, unificação, integração e identificação da consciência com o objeto percebido

contemplação

absorção, tornar-se uno com o objeto percebido

 

            O yoga “além de ser uma filosofia ou uma visão de mundo, é uma prática mente-corpo, que abrange técnicas fisiológicas e psíquicas, e visa chegar ao estado de identificação do ser com a sua essência, através da ausência de flutuações mentais” (SIEGEL, 2010, p. 28).

            O yoga não deve ser vista apenas como uma prática física ou de posturas corporais e exercícios respiratórios, mas seu objetivo é a busca de uma vivência com o sagrado: “La fuerza propuesta por el Hatha Yoga, no es la de un atleta, sino la de un mago, la de un hombre dios” (ELIADE, 1961, p. 170 apud PULIDO, 2009, p. 37). Além do mais “[...] en la práctica del yoga y la meditación se busca un auténtico entrenamiento para obtener una visión de si mismo que genere un mayor nivel de control sobre las emociones y acciones” (PULIDO, 2009, p. 37). Embora um dos objetivos do Yoga seja a vivência com o sagrado o Yoga não é uma religião e qualquer pessoa, de qualquer credo religioso ou mesmo sem credo algum pode praticar yoga.

            A ritualidade da prática do yoga é feita em um ambiente e espaço-tempo “sagrado”, a fim de que cada praticante possa reintegrar-se a si mesmo para encontrar a verdade que cada um possui dentro de si: a prática do yoga proporciona uma experiência espiritual materializada no corpo individual. Com efeito, “O Yoga tem um caráter multidisciplinar que envolve aspectos metafísicos, ontológicos e teológicos, bem como aspectos psicológicos, físicos e práticos” (PEÇANHA; CAMPANA, 2010, p. 204), embora, no Ocidente, “[...] o Yoga vem caracterizando-se como um sistema de práticas, sobretudo de posturas psicofísicas (asanas) visando à obtenção de saúde e administração do estresse” (GHAROTE, 2000 apud PEÇANHA; CAMPANA, 2010, p. 204).

            Aplicada ao campo da saúde, podemos situar o início do século XX, mais precisamente na década de 1920, um momento importante a partir do momento em que Swami Kuvalayananda cunhou o termo yogaterapia para dar ênfase à prática do yoga como um recurso terapêutico para determinados sintomas, problemas orgânicos, físicos e patológicos. Este tipo de terapia se espalhou internacionalmente “[...] com o surgimento de centros de yogaterapia, inclusão da prática de yoga e meditação em programas de câncer de hospitais, centros de medicina alternativa afiliados e o estabelecimento de uma nova geração de clínicos chamados yogaterapeutas” (VORKAPIC; RANGÉ, 2011, p. 51).

 

Posteriormente, Mircea Eliade, historiador da religião, defendeu a primeira tese de doutorado sobre yoga no ocidente, em Bucareste, em 1933, publicada como livro, intitulado ‘Yoga, Imortalidade e Liberdade’. Sua obra consta de oito capítulos, sendo que, no primeiro, parte da dor da existência, pergunta se a liberação é possível e descreve, nos capítulos subsequentes, as técnicas, a filosofia, a simbologia e o yoga relacionado ao bramanismo, hinduísmo, budismo, tantrismo, à alquimia e aos aborígenes indianos (SIEGEL, 2010, p. 27).

 

            Hoje em dia uma importante referência neste assunto é o professor David Eisenberg, da universidade de Harvard nos Estados Unidos “[...] que coordenou um estudo sobre o perfil dos usuários do yoga, as razões médicas para o seu uso e as percepções sobre os benefícios que a prática proporciona, usando uma amostra de 31.044 pessoas nos Estados Unidos” (BARROS, et. al., 2014, p. 1306).

            Um pouco sobre a História do Yoga no Brasil com uma Cronologia e estudos acadêmicos sobre Yoga no Brasil pode ser encontrada na Tese de Pamela Siegel (2010, p. 91-103). Uma pesquisa no banco de teses e dissertações da CAPES no período 2004-2008, realizada pela pesquisadora, constatou a existência de vários estudos em diferentes áreas desde a Antropologia Social e a Educação, até a Educação Física, Enfermagem e Nutrição, entre outras. A Sociedade Brasileira de Yoga Integral também disponibiliza algumas informações sobre a História do Yoga no Brasil, como as primeiras escolas e os pioneiros da Yoga no país, além de outras informações, como as escolas filiadas e reconhecidas pela SBY Integral. Veja também mais informações sobre Yoga através da internet no link Sites de divulgação, documentos e centros de pesquisa e aplicação da Medicina Tradicional e Yoga.

 

Disponível em: Saúde e Bem Estar

Acessado em 06/02/2016.

 

            A prática do yoga geralmente está associada a vários benefícios para a saúde do corpo físico e também para aspectos relacionados de ordem psíquica (RODRIGUES, et. al., 2006) tais como: redução do estresse (GHAROTE, 2000; PASHARD, 2004) e da ansiedade (JAVNBAKHT, M.; HEJAZI, K.; GHASEMI, M. (2009) MALATHI; DAMODARAN, 1999; VORKAPIC; RANGÉ, 2011), fortalecimento do sistema imunológico, melhora do sono, do funcionamento do sistema respiratório e comportamento cardiovascular (LEITE, 1999), da produção hormonal além de proporcionar uma melhoria na qualidade de vida, aumento da capacidade de concentração, criatividade e autoestima, proporcionando auto conhecimento, bem-estar, paz interior e controle das emoções (BARROS, et. al., 2014; GHAROTE, 2000; RAINGRUBER; ROBINSON, 2007).

 

Disponível em: Unimed Brasil

Acessado em 06/02/2016.

 

            Devido aos resultados benéficos obtidos com a prática do yoga, a mesma tem sido recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS, 2012).

            Uma revisão de literatura utilizando a palavra-chave “yoga” na Medline-Pubmed foi realizada por Pamela Siegel em sua tese de doutorado abordando o período entre 1999 e 2004 em torno do qual achou nada menos do que 144 artigos (2010, p. 57). Uma nova revisão de literatura foi realizada considerando o período entre 2005 a 2007 retirando os estudos que estavam repetidos e, no total, “[...] foram encontrados 99 novos estudos, e em 74 deles (74,74%), o yoga é considerado benéfico e/ou promissor como técnica para aliviar dor e o estresse, aumentar a auto-estima, favorecer o cuidado, a promoção da saúde, a qualidade de vida e a cura” (id., ibidem, p. 57-58).

            Peçanha e Campana (2010) realizaram uma pesquisa utilizando a base de dados de bibliotecas que disponibilizam seu acervo em plataforma digital nas seguintes universidades: USP, UNESP, UNIFESP e UNICAMP além de pesquisa em bases de dados on-line como: ISI Web of Science, Scopus, PsycInfo, Medline, Bireme, OVID, OPAS, OMS e BVS utilizando como palavras-chaves “Yoga”, “Yoga e Trabalho” e “Qualidade de Vida no Trabalho” (QVT) obtendo como resultado 18 estudos que tratam da temática relacionada à prática da Yoga e QVT dos quais apenas três estudos eram brasileiros como os estudos de O’Donnell (1992) e Villardi (1997), além do próprio estudo de Peçanha e Campana que obtiveram como resultado de suas pesquisas:

 

[...] um aumento nas vivências de prazer e diminuição das vivências de sofrimento no trabalho ao final das práticas do Yoga (tabela 3). As mudanças no sentido positivo ficaram evidentes nas falas dos respondentes, salientando-se melhoria no aspecto físico, como a diminuição da dor; e no psíquico, como maior satisfação e consciência pessoal, expressas em cuidado consigo próprio [...] Apesar da indicação de melhorias pessoais e no relacionamento com os colegas, duas pessoas continuaram sofrendo com problemas relativos à estrutura e dinâmica do seu ambiente imediato de trabalho, como falta de liberdade para tomar iniciativa e decisões; e a sobrecarga de trabalho, com impacto na dimensão mental, física e psíquica (2010, p. 211).

 

            Corroborando, desta forma, com a hipótese de pesquisa dos autores, segundo a qual a prática do yoga tende a aumentar as vivências de prazer e diminuir as vivências de sofrimento no ambiente de trabalho, aumentando as estratégias de enfrentamento do estresse e diminuição de problemas, fazendo com que a yoga seja um importante instrumento de melhoria da qualidade de vida no trabalho. “Enfim, projetos com Yoga, delineados cientificamente, podem constituir-se numa ferramenta eficaz para a promoção da saúde, para o manejo do estresse e para melhorar a qualidade de vida nas organizações” (id., ibidem, p. 215).

 

(PEÇANHA; CAMPANA, 2010, p. 210)

 

            Outra pesquisa relacionando os efeitos do yoga com o bem estar dos trabalhadores foi realizada por Kleber Santos (2013). Considerando a importância que a atividade física pode ter no ambiente de trabalho para a saúde do trabalhador, Kleber Santos apresenta dados do quanto o INSS tem um custo alto, da ordem de bilhões de reais/ano, com o pagamento de benefícios devidos a acidentes e doenças no trabalho e aposentadorias decorrentes das condições ambientais do trabalho que afetam diretamente a saúde do trabalhador.

 

O intuito da atividade física no trabalho é prevenir doenças ocupacionais que atingem todos os trabalhadores. Os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (D.O.R.T.) são causados por más posturas, espaços de trabalho mal adaptados, esforços repetitivos sem intervalo adequado, posturas inadequadas diante do mobiliário, entre outras (id. ibidem, p. 12).

 

            É por isso que a prática do yoga pode contribuir com a saúde dos trabalhadores ao trabalhar principalmente a postura (asanas) mas também com suas técnicas de respiração (pranayamas), que ajudam no bom funcionamento do corpo físico, na flexibilidade, força e controle postural. E é graças as características do yoga que a sua prática nas empresas pode contribuir para o bem estar geral e para a saúde ocupacional dos trabalhadores.

            Vale destacar também a pesquisa de Raphael Dias Pereira, et. al. (2014) que, ao identificar na literatura nacional quais práticas integrativas e complementares são empregadas como medidas não farmacológicas para melhoria da dor oncológica, encontraram como resultado a utilização de diferentes práticas que vão desde a fitoterapia e acupuntura até as práticas de meditação, massagens e yoga.

 

A utilização das PICS [práticas integrativas e complementares] não só como foco do controle da dor oncológica, mas para outras situações de saúde doença, tem avançado nos diversos cenários de cuidado. No que concerne ao seu emprego, diversos dispositivos legais como Leis, resoluções dos conselhos profissionais, portarias e políticas nacionais ministeriais, tem amparado os profissionais para sua ampla utilização (PEREIRA, et. al., 2014, p. 714). Ver também: (ALVES; SILVA, 2004; ELIAS; ALVES, 2002; KESSLER, 2001; SALLES; FERREIRA; SILVA, 2011; UNUTZER, et. al., 2000).

 

Aspectos em comum entre as PICs e o Yoga

(à esquerda estão os aspectos das PICs e à direita os do Yoga)

(SIEGEL, 2010, p. 177)

 

            Não existe apenas uma corrente do Yoga ou caminhos para a realização do indivíduo. Há várias correntes dentre as quais podemos destacar: “Krya, incluindo Hatha Yoga (Yoga da técnica), Jnana (Yoga do conhecimento), Bhakti (Yoga da devoção), Karma (Yoga do serviço) e Raja Yoga (integral, pois combina os quatro tipos precedentes)” (PEÇANHA; CAMPANA, 2010, p. 203). Pamela Siegel destaca os quatro tipos clássicos que seriam: “Bhakti (devoção); Karma (serviço); Jnana (conhecimento) e Raja (real)” (2010, p. 25). Na Tese da referida autora consta uma imagem extraída da Revista Superinteressante que ilustra uma árvore do yoga em que a Raja-Yoga seria a raiz comum a partir da qual brotam seis ramificações que se desdobra em vários outros tipos. (2010, p. 26). Já Feuerstein (2006) menciona oito tipos tradicionais: Raja, Hatha, Jnana, Bhakti, Karma, Mantra, Laya e Yoga Integral.

 

Yoga é um dos seis sistemas ortodoxos da filosofia Indiana. Segundo Sai Baba, 5.142 anos atrás, o Senhor Krishna falou O Bhagvada Gita a Seu amigo e devoto Arjuna sobre Karma-Yoga, Dhyana-Yoga e Bhakti-Yoga. Krishna disse: “Ensinei esta imperecível ciência da Yoga ao Deus Sol, Vivasvana, e Vivasvana ensinou-a a Manu, o pai da humanidade e Manu, por sua vez, ensinou a Ikshavaku. Sobre Dhyana Yoga Krishna disse: “Aquele que é regulado em seus hábitos de comer, dormir, divertir-se e trabalhar pode mitigar todas as dores materiais, praticando o sistema de Yoga [...] o Senhor Krishna explica sobre Karma-Yoga (Yoga por Ação). Ele falou: [...] Aquele que executa seu dever sem apego, entregando os resultados ao Senhor Supremo, não é afetado pela ação pecaminosa, assim como a folha de Lótus não é tocada pela água [...] Sobre a Bhakti-Yoga, a Suprema Personalidade de Deus (Krishna) disse: “Aqueles que fixam suas mentes em Minha forma pessoal e sempre se ocupam em adorar-Me com grande fé transcendental, Eu os considero perfeitos. Fixa tua mente em mim, a Suprema Personalidade de Deus, e ocupa toda a tua inteligência em Mim [...]” (TEOTIA; TEOTIA, 2000, p. 17-18 – grifos no original).

 

 

Referências Bibliográficas

 

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BARROS, Nelson F. [et. al.]. Yoga e promoção da saúde. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, vol. 19, n. 4, p. 1305-1314, abr. 2014. Acessado em 05/02/2016.

ELIAS, M.C.; ALVES, E. Medicina não-convencional: prevalência em pacientes oncológicos. Revista Brasileira de Cancerologia, 48(4):523-32, 2002. Acessado em 15/02/2016.

FEUERSTEIN, G. A tradição do Yoga: história, literatura, filosofia e prática. 5. ed. São Paulo: Pensamento, 2006.

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TEOTIA, Harendra S.; TEOTIA, Rita. Yoga e Saúde. Dieta, relaxamento, respiração, posturas, meditação & estresse. Campina Grande-PB: Oriental Yoga Center, 2000.

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VILLARDI, B.Q. Os Responsáveis por desenvolvimento humano nas organizações e as técnicas não tradicionais: A abordagem holística não se faz pela metade. Banco de Teses Capes, Biblioteca Setorial do CCS – PUCRio, 1997.

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Referência Bibliográfica

TEOTIA, Harendra S.; TEOTIA, Rita. Yoga e Saúde. Dieta, relaxamento, respiração, posturas, meditação & estresse. Campina Grande-PB: Oriental Yoga Center, 2000.