Habermas e Freire: ação comunicativa e ação dialógica

Habermas e Freire: ação comunicativa e ação dialógica

Ação comunicativa e ação dialógica: diálogos entre Jürgen Habermas e Paulo Freire no âmbito da “esfera pública” é o tema da comunicação que foi apresentada no II Congresso Nacional de Educação (CONEDU) em 2015.

 

Resumo da Comunicação

Esta comunicação é o resultado de um recorte epistemológico do nosso projeto de doutorado, onde procuramos descrever as formas de participação da sociedade civil organizada nos Conselhos Gestores de Políticas Públicas tomando como base as ideias de Jürgen Habermas e Paulo Freire. Dizemos um recorte porque nesta comunicação vamos nos deter no referencial teórico do nosso projeto, que consiste em fazer uma aproximação da Teoria do Agir Comunicativo do filósofo alemão Jürgen Habermas; e uma pedagogia dialógica, presente na Pedagogia Libertadora de Paulo Freire; analisando a ação comunicativa e a ação dialógica no âmbito da “esfera pública”, considerando alguns destes espaços de deliberação, com participação da sociedade, como os Conselhos de Políticas Públicas, as Conferências, Fóruns, Audiências Públicas, para enfatizar os mais conhecidos. Por isso a metodologia de pesquisa presente nesta comunicação é essencialmente bibliográfica, proporcionando um diálogo interdisciplinar, a partir de fundamentos filosóficos, sociológicos, políticos e pedagógicos, para se pensar a participação da sociedade civil no âmbito da “esfera pública”: uma ação que deve ser baseada em procedimentos deliberativos, argumentativos e dialógico.

Palavras-chaves: Esfera Pública, Sociedade Civil, Linguagem, Deliberação.

 

Anais II CONEDU - (2015) - Volume 2 , Número 1 , ISSN 2358-8829

 

Veja o artigo completo através do link: Ação comunicativa e ação dialógica

 

 

Sob o título de Jürgen Habermas e Paulo Freire: democracia deliberativa e pedagogia dialógica, uma versão da comunicação acima já havia sido apresentada no II Congreso Internacional de la Sociedad Filosófica del Uruguay (SFU) em 2014.

 

Resumen

El modelo de democracia deliberativa y la acción comunicativa de Habermas, en los que las personas interactúan a través del lenguaje, organizada en la sociedad y buscan el consenso de manera no coercitiva, requiere un modelo pedagógico para guiar la conducta humana en la sociedad. Ningún otro modelo pedagógico encaja mejor en este caso que la educación dialógica de Paulo Freire que considera al hombre como un ser ontológicamente de palabra y el diálogo como una exigencia existencial. En este sentido podemos decir que el diálogo no sólo es la esencia del ser humano, una exigencia existencial que da autenticidad a ser del hombre, sino también es una condición sine qua non de toda sociedad democrática. De ahí la necesidad de una educación dialógica que se puede pensar más allá del ámbito escolar como complemento al modelo de democracia deliberativa porque este modelo supone un lugar donde las personas puedan reunirse para discutir asuntos de interés común y el diálogo a través del cual los individuos pueden expresar sus puntos de vista, interrogar a otros, argumentar y llegar a un consenso. Es necesario educar a los ciudadanos para ocupar los nuevos espacios de deliberación pública.

Palabras clave: Ciudadanía, Educación Dialógica, Política Pública

Texto Completo da Comunicação nos Anais do II Congreso Internacional de la SFU, (2014) ISSN: 1688-9649


 

 

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