História da Educação Ambiental

História da Educação Ambiental

Uma breve abordagem para a compreensão da consciência ambiental no planeta[1]

 

            Ao longo dos tempos a Educação Ambiental (EA) era um assunto na qual as pessoas não levavam tão a sério, pois era difícil encontrar referências que abordasse o tema citado, não tinha cursos de especialização para capacitar profissionais na referida área. Então a preocupação com o meio ambiente se restringia somente a pequenos grupos de estudiosos e outros interessados em conhecer profundamente sobre meio ambiente que saiam a campo para pesquisar, ou até mesmo passear e apreciar a natureza que era de caráter exuberante. Daí por diante começou a ser divulgado de maneira bem lenta informações referentes à temática e despertou curiosidades a outros estudiosos que também pretendiam obter mais conhecimentos. Assim os mesmos poderiam compreender a história da educação ambiental, os acontecimentos e os conceitos, como bem a primeira grande catástrofe.

 

A primeira grande catástrofe ambiental sintoma da inadequação do estilo de vida do ser humano - viria acontecer em Londres provocaria a morte de 1.600 pessoas desencadeando o processo de sensibilização sobre a qualidade ambiental na Inglaterra, e culminando com a provocação da Lei de Ar Puro pelo Parlamento, em 1956. Esse fato desencadeou uma série de discussões em outros países, catalisando o surgimento do ambientalismo nos Estados Unidos a partir de 1960 (DIAS, 2004, p.77).

 

            Foi a partir desta catástrofe e muitas outras que se seguiram que aconteceram várias mudanças a respeito da educação ambiental, e como consequência foi abordado que a temática deveria ser ensinado para as pessoas de todos os níveis de maneira essencial.

 

As questões ambientais começaram a se apresentar pelos idos dos anos 1970, quando eclode no mundo um conjunto de manifestações, incluindo a liberação feminina, a revolução estudantil de maio de 1968 na França e o endurecimento das condições políticas na América Latina, com a instituição de governos autoritários, em resposta às exigências de organização democrática dos povos em busca de seus direitos à liberdade, ao trabalho, à educação, à saúde, ao lazer e à definição participativa de seus destinos (PÁDUA; TABANEZ, 1997, p. 225- 263).   

 

            Foi então que começaram a surgir grupos de manifestações de povos que reivindicavam seus diretos na melhoria da qualidade vida visando informações legais para assegurar e fazer valer a sua luta rumo a conquista de sua vitória com relação ao seu bem estar comum na sociedade.

            Além do episódio de Londres podemos ressaltar ainda:

                                       

os casos fatais de intoxicação com mercúrio em Minamata e Niigata, entre 1953 e 1965, a diminuição da vida aquática em alguns dos Grandes Lagos norte-americanos, a morte de aves provocada pelos efeitos secundários imprevistos do DDT e outros pesticidas e a contaminação do mar em grande escala, causada pelo naufrágio do petroleiro Torrei Canyon, em 1966 (PÁDUA; TABANEZ, 1997, p. 258)

 

            No ano de 1962, a autora Rachel Carson que é uma bióloga, publica um livro “Primavera Silenciosa”, onde é o primeiro livro em que faz um alerta para o mundo, a respeito dos efeitos nocivos do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetan) que o mesmo é um agrotóxico e também questiona os rumos da relação entre o homem e natureza.

            Na década de 70, foi elaborado o “Manifesto para a Sobrevivência” pela entidade relacionada à revista britânica “The Ecologist”, em que eles insistiam que um aumento indefinido da demanda não pode ser sustentado por recursos finitos.

Vemos assim que a história da Educação Ambiental (EA) no planeta surge de preocupações pertinentes à necessidade de garantir a vida das espécies no planeta, seja ela dos seres humanos seja dos seres vivos de maneira geral por meio do cuidado com os recursos naturais. Viajando um pouco na história vai se perceber que, assim como muitas outras ações mundiais que nascem de fenômenos nem sempre bons para os seres que habitam a Terra, com a EA não foi diferente, que passa a ser pensada a partir dos acontecimentos drásticos envolvendo a população e os demais seres vivos.

            Esses e muitos outros impactos ambientais que vinham correndo pelo mundo provocaram sérios problemas à saúde pública, ocasionando inclusive morte de pessoas e animais. A forma como estavam sendo utilizados os recursos naturais do planeta comprometiam de maneira acelerada a existência da vida na Terra.

             A crise ambiental vivida no planeta levou os países ricos a pensarem sobre os problemas ambientais e a buscarem possíveis soluções, uma vez que as suas empresas lucravam explorando recursos naturais que na maioria das vezes são recursos não renováveis e que suas empresas tinham como principais matérias primas para ter o lucro desejado e garantir seu poderio econômico. Anterior a esse momento as empresas não pensavam nas questões ambientais, a não ser no uso irresponsável dos recursos naturais existente no seu país com intuito e interesse apenas de se desenvolver, mesmo que para isso fosse necessário esgotar os recursos naturais, fato que ocorreu e ainda vem ocorrendo (DIAS, 2004).

            No entanto ao perceber a escassez desses recursos e devido à grande repercussão que vinha tendo na mídia mundial que provocava e criava inquietação pelo mundo, os governos resolveram se manifestar, mas pairava entre eles dúvidas sobre o que fazer, não havia respostas prontas e muito menos ações imediatas para resolver os graves problemas ambientais. Os governos não tinham uma política voltada para a conservação e a preservação dos recursos naturais, porém se sensibilizaram que não deveriam continuar produzindo bens materiais a revelia, sem nenhuma preocupação com as consequências negativas para o meio ambiente, ou melhor, para homens, mulheres e para todo ser vivo da Terra. Por outro lado, “enquanto os governos não conseguiam definir os caminhos do entendimento, a sociedade civil movimentava-se em todo mundo” (DIAS, 2004, p.78) na busca de sensibilizar tanto os governos como a população mundial quanto à necessidade de um consumo sustentável.   

            As organizações civis preocupadas com esses problemas ambientais que estavam ocorrendo principalmente por descaso dos próprios governos, os quais estavam mais preocupados com a riqueza que a natureza oferecia sem medir as consequências negativas para o planeta, iniciaram vários manifestos e eventos para tratar dos problemas ambientais que vinham ocorrendo no mundo com objetivo de chamar a atenção do planeta para os problemas ambientais e de buscar soluções para minimizá-los e até mesmo resolvê-los.

            Na Grã-Bretanha em 1965 a Universidade de Keele realizou uma das primeiras Conferências que trouxe para o debate o “termo Environmental Education (Educação Ambiental). [...] a educação ambiental deveria se tornar uma parte essencial da educação de todos os cidadãos [...]” (DIAS, 2004, p.78), porém a compreensão que se tinha nessa época era que a EA deveria apenas se preocupar com a conservação, mobilizando artistas e intelectuais do mundo todo, e organizações civis preocupadas com as catástrofes que vinham acontecendo, nesta ocasião nascem os movimentos em favor da ecologia.

            Na mesma época o Brasil vivia o regime ditatorial e na contramão da preocupação mundial com os recursos naturais, apresentava ao mundo dois grandes audaciosos projetos de grande potencial degradador do meio ambiente, a elaboração do “Projeto Carajás e da Usina Hidrelétrica de Tucurui”, preocupando os ambientalistas do país, e levou-os a se organizar contra esses projetos e outros que viessem causar impactos ao meio ambiente. Surge em Porto Alegre um dos primeiros movimentos ambientalista do Brasil a Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural- (AGAPAN)[2] que é a precursora dos primeiros levantes no país em favor do meio ambiente (DIAS, 2004).

            Em 1968 com o surgimento do “Clube de Roma”, que era formado por trinta especialistas de várias áreas, promoveu-se discussões sobre a crise que vivia a humanidade, assim como as consequências para o futuro da Terra se os países continuassem consumindo desenfreadamente os recursos naturais. O “Clube de Roma” apresentou ao mundo um relatório desses debates que chamaram de “Os limites do crescimento” (DIAS, 2004 - grifo do autor), no qual denunciavam os impactos do desenvolvimento a qualquer custo, sem qualquer preocupação com os recursos naturais e com a humanidade que depende essencialmente deles para sua permanência no planeta.

            O referido relatório trouxe para o debate mundial a necessidade de traçar um limite para o crescimento dos países, o que não agradou muito as lideranças mundiais principalmente das grandes potências, mas teve grande relevância para desencadear preocupações, levando a Organização das Nações Unidas - ONU a realizar em 1972 a Conferência de Estocolmo, na Suécia, com o intuito de “estabelecer uma visão global e princípios comuns que servissem de inspiração e orientação à humanidade, para a preservação e melhoria do ambiente humano” (DIAS, 2004, p.79).

 

[...] A fim de buscar respostas a muitas dessas questões, realiza-se, em 1972, a Conferência de Estocolmo. Desde então, a Educação Ambiental passa a ser considerada como campo da ação pedagógica, adquirindo relevância e vigência internacionais. As discussões em relação à natureza da Educação Ambiental passaram a ser desencadeadas e os acordos foram reunidos nos Princípios de Educação Ambiental, estabelecidos no seminário realizado em Tammi (Comissão Nacional Finlandesa para a UNESCO, 1974). Esse seminário considerou que a Educação Ambiental permite alcançar os objetivos de proteção ambiental e que não se trata de um ramo da ciência ou uma matéria de estudos separada, mas de uma educação integral permanente. (PÁDUA; TABANEZ, 1997, p. 228- 259).

 

            A partir da referida conferência foi que surgiram novos olhares com relação aos problemas ambientais e começaram a mudar certos aspectos que levaria a análise dos resultados obtidos pela conferência das nações Unidas sobre meio ambiente. Foi então que a Educação Ambiental passou ser considerada como campo de ação pedagógica.

 

A Conferência de Estocolmo inspirou um interesse renovado na Educação Ambiental na década de 1970, tendo sido estabelecida uma série de princípios norteadores para um programa internacional e planejado um seminário internacional sobre o tema, que se realizou em Belgrado, em 1975 (PÁDUA, TABANEZ, 1997, p. 259).

 

            Segundo Dias (2004) esta Conferência teve papel importante para a implementação da EA, pois Estocolmo apresentou, a ‘Declaração sobre Ambiente Humano’; o ‘Plano de Ação Mundial’ e recomendou que fosse criado um “Programa Internacional de Educação Ambiental”, para orientar todos os Países desenvolvidos e em desenvolvimento. A Conferência de Estocolmo se tornaria um marco na história da humanidade por ter discutido os problemas ambientais do mundo e apresentar recomendações às nações do mundo para minimizar os impactos ao meio ambiente, o que não agradou as delegações dos países em desenvolvimento, que denunciaram as superpotências de estarem querendo impedir e inibir o desenvolvimento de suas nações. Os representantes do Brasil presentes na Conferência e descontentes com as recomendações, fizeram uma declaração de que estariam dispostos a pagar o preço da degradação ambiental, se essa fosse a condição para o desenvolvimento e o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

            Como consequência da Conferência, a ONU criou um órgão denominado Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, sediado em Nairobi, Quênia. Esses grupos de manifestações reivindicavam os seus direitos na melhoria da qualidade de vida e principalmente visando às informações legais para assegurar e fazer valer a sua conquista perante a luta ao bem comum da população.

            Em resposta a conferência, a UNESCO promoveu em Belgrado um encontro Internacional em Educação Ambiental, onde foi criado o Programa Internacional de Educação Ambiental – PIEA, que tinha como princípios orientadores: a Educação Ambiental deve ser continuada, multidisciplinar, integrada às diferenças regionais e voltada para os interesses nacionais.

            Outra Conferência que merece destaque é a de Tbilisi por apresentar vários subsídios para a prática de EA, que segundo Dias (2004) resultou de inúmeros encontros internacionais, também de grande relevância no processo de tomada de consciência da população mundial sobre as questões ambientais, tendo reconhecimento da Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura que publicou a “La Educación Ambiental”, documento que apresentou várias observações importantes para o desenvolvimento da educação ambiental até os dias de hoje.

 

Dois anos mais tarde [depois da Conferência de Estocolmo] celebrou-se em Tbilisi, URSS, a Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental, que constitui, até hoje, o ponto culminante do Programa Internacional de Educação Ambiental. Nessa conferência foram definidos os objetivos e as estratégias pertinentes em nível nacional e internacional. Postulou-se que a Educação Ambiental é um elemento essencial para uma educação global orientada para a resolução dos problemas por meio da participação ativa dos educandos na educação formal e não-formal, em favor do bem-estar da comunidade humana (PÁDUA; TABANEZ, 1997, p. 259, 260).

     

            Neste patamar entende-se que a Educação Ambiental deveria ser considerada como ponto importante em todos os seguimentos, pois trata-se de uma educação que visa  despertar no educando o entusiasmo de querer participar cada vez mais de movimentos relacionado a referida temática tornando-os seres críticos e participativos. Esta Conferência trouxe subsídios relevantes para os países desenvolverem o ensino de EA na educação formal desde as séries iniciais,    

 

Acrescentou-se aos princípios básicos da Educação Ambiental [...] nessa conferência a importância que é dada às relações natureza-sociedade, que, posteriormente, na década de 1980, dará origem à vertente socioambiental da Educação. A sensibilidade diante do meio ambiente aumentou entre as populações mais ricas e com maior nível de educação, sendo estimulada por meio de livro e filmes, assim como pelos jornais, revistas e meios de comunicação eletrônicos. As organizações não-governamentais desempenharam um importante papel no desenvolvimento de uma melhor compreensão dos problemas ambientais (PÁDUA; TABANEZ, 1997, p. 260).

h) A apresentação de temas ambientais no ensino primário deveria se fazer com ênfase em uma perspectiva de educação geral dentro do marco, por exemplo, das atividades de iniciação e junto com as atividades dedicadas à língua materna, à matemática ou à expressão corporal e artística. [...] o estudo do meio ambiente deve recorrer aos sentidos das crianças (percepções do espaço, das formas, das distâncias e das cores), fazer parte das visitas e dos jogos. O estudo do entorno imediato do aluno (casa, escola, caminho entre ambos) reveste-se de muita importância (DIAS, 2004, p.213).

 

            Vemos assim que as duas Conferências, de Estocolmo e Tbilisi foram às conferências que originaram as primeiras manifestações dentro da Educação Ambiental. “Uma resolução importante da conferência de Estocolmo em 1972 foi a que deve educar o cidadão e a cidadã para a solução dos problemas ambientais. Podemos então considerar que aí surge o que se convencionou chamar de educação ambiental”. (REIGOTA, 2009, p.24). Após essas conferências muitos outros movimentos aconteceram pelo mundo todo, inclusive no Brasil, e claro pessoas “desconhecidas”, cidadãos e cidadãs, grupos de pessoas se aprofundaram sobre o assunto para enfim realizarem ações educativas e pedagógicas, de modo a ampliar seus conhecimentos entrelaçados na temática ambiental.

            No Brasil, o interesse pelas questões ambientais começou a ganhar força na década de 80 como podemos perceber na própria legislação brasileira[3]. São da década de 80 e início da década de 90 a Política Nacional de Meio Ambiente, o Decreto n. 99.2741 de 06 de junho de 1990 que regulamenta a Política Nacional de Meio Ambiente, a própria Constituição Federal de 1988, que prevê um capítulo específico ao tema Meio Ambiente (BRASIL, 2015). Também na década de 80 “a Secretaria de Meio Ambiente de Porto Alegre realizou o I Encontro de Educação Ambiental que se tem notícia no Brasil [em 1982]. Em Sorocaba, interior de São Paulo, ocorreu em 1984 o Primeiro Encontro Paulista de Educação Ambiental” (REIGOTA, 2009.p.85).

            E não podemos deixar de mencionar a Rio-92 que discutiu no Brasil as problemáticas ambientais e estabeleceu propostas de ação para os anos seguintes como uma forma de minimizar as consequências nocivas ao meio ambiente. Essa conferência veio estabelecer uma proposta de ação para os anos seguinte, na qual foi denominada de Agenda 21, criada como um plano de ação para o século XXI, visando à sustentabilidade dos seres na Terra. Este documento teve como função destacar o papel da educação e do desenvolvimento sustentável, através dos movimentos sociais para evidenciar a educação ambiental para o mundo. É interessante que neste documento, a educação ambiental deveria ser ensinada na base da criança, ou seja, deveria ser ensinada desde o momento que a criança ingressa na escola e no decorrer das séries posteriores para poder haver discussões dos problemas ambientais referente à sua realidade e ao mesmo tempo refletir a respeito do tema Educação Ambiental.

            É importante salientar que a EA não ocorre somente na educação formal, mas em todos os espaços educativos fora de sala de aula, na família, na comunidade, na igreja, na rua, e nas associações, por meio de atividades socioambientais, cursos, oficinas, eventos, seminário, conferências, projetos, programas, campanhas e muitas outras ações que ocorrem fora da escola. Acredita-se que essa foi uma das maiores razões que levou os participantes da Conferência de Tbilisi a apresentarem como subsídio a afirmação de que “a estratégia fundamental para desenvolver a EA não-formal consiste em integrar essa educação à gama cada vez maior dos programas já existentes.” (DIAS, 2004, p.214).

            Por outro lado o ensino formal foi orientado pela Conferência de Tbilisi a buscar seus próprios espaços existentes dentro e fora da escola como recursos didáticos para garantir o ensino de EA. 

 

t) Utilizar o próprio meio ambiente como recurso didático. [...]. As saídas e visitas dos alunos são indispensáveis em EA. [...] não se deve limitar exclusivamente a certos elementos privilegiados, como parques, reservas, etc (DIAS, 2004, p.214).

          

            No ensino normal é preciso que o professor saiba explorar os espaços existentes tanto na escola como na comunidade ou no bairro onde se localiza a instituição educativa, mas isso passa pela formação continuada dos educadores e educadoras que atuam na educação.

 

u) A EA exige que os docentes recebam formação e aprendam a utilizar novos enfoques pedagógicos.

v) É necessário empreender pesquisas intensivas sobre a preparação e o aperfeiçoamento de métodos e materiais pouco onerosos para a EA (DIAS, 2004, p.214).         

 

            Proporcionar formação continuada do professor e da professora em serviço contribuirá para melhorar a sua prática em sala de aula, assim como para oferecer subsídios, materiais e técnicas que poderão garantir um melhor desempenho do ensino de EA e o desenvolvimento de ações que representem o mínimo de impacto possível ao meio ambiente, ou seja, o ser humano é o maior responsável por garantir uma boa relação com o seu meio ambiente. “Escola, da creche aos cursos de pós-graduação, é um dos locais privilegiados para realização da educação ambiental” (REIGOTA, 2009, p.40), mais que isso é necessário oportunizar a todos os estudantes sem limite de idade a possibilidade de desenvolver sua criatividade por meio do debate, da pesquisa e da participação coletiva.

 

Referências Bibliográficas

 

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 48. ed. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2015.

DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2004.

PÁDUA, S. M; TABANEZ, M. F.(orgs.). Educação Ambiental: Caminhos trilhados no Brasil. Brasilia: FNMA/IPE, 1997.

REIGOTA, Marcos. O que é educação ambiental. 2. ed. Revista e ampliada: São Paulo: Brasiliense, 2009 (Coleção primeiros passos).



[1] Este tópico é uma colaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso dos então acadêmicos do curso de Pedagogia (UFAM/ICSEZ) Edilson da Costa Albardo e Luciene Lima Almeida, defendido em 2011, respectivamente sob o título: A prática pedagógica de educação ambiental no segundo período da educação infantil no município de Parintins; Estudo sobre educação ambiental na prática pedagógica das professoras de classe multisseriada. E do TCC defendido em 2014, Educação ambiental na escola: uma abordagem sobre as praticas metodológicas do professor no ensino fundamental, da acadêmica Kátia Ketme Lima.

[2] Primeira organização não governamental ambientalista no Brasil, fundada em 27 de abril de 1971. Para maiores informes acesse: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rs/mais+velha+que+o+greenpeace+ong+gaucha+comemora+40+anos/n1300119235440.html

[3] Que será aprofundada no texto Princípios legais que garantem o desenvolvimento de práticas pedagógicas de educação ambiental na educação infantil

 

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