Homeopatia

            A Homeopatia, como a Medicina Tradicional Chinesa, adota como princípio uma filosofia vitalista e toma como fundamento princípios médicos enunciados desde a mais Alta Antiguidade, por Hipócrates, considerado o pai da medicina. Mas foi só no século XVIII, com Samuel Hahnemann, que a Homeopatia ganhou corpo doutrinário e filosófico, através de suas obras: Organon da Arte de Curar e Doenças Crônicas. Hahnemann instituitui a lei que dá base a homeopatia e de onde se origina o termo: o semelhante cura o semelhante (homo = semelhante; pathos = sofrimento). “No Brasil, a Homeopatia foi introduzida por Benoit Mure, em 1840, tornando-se uma nova opção de tratamento” (GUARULHOS, 2014, p. 16), “[...] na década de 1980, a medicina homeopática é reconhecida como especialidade pelo Conselho Federal de Medicina; em 1981 nasce a Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB)” (SIEGEL, 2010, p. 160) e em 2003, “foi aprovada pela Comissão Nacional de Residência Médica, a primeira Residência Médica em Homeopatia da UNIRIO; em funcionamento no Hospital Gafreé Guinle, no Rio de Janeiro” (ESPÍRITO SANTO, 2013, p. 11).

Uma das abordagens mais intrigantes dos padrões dinâmicos fundamentais do organismo humano é a da homeopatia. As raízes da filosofia homeopática remontam aos ensinamentos de Paracelso e Hipócrates, mas o sistema terapêutico formal foi fundado no final do século XVIII pelo médico alemão Samuel Hahnemann (CAPRA, 1982, p. 320).

Referências

CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação. Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Cultrix, 1982.

ESPÍRITO SANTO. Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo. GRA / Núcleo de Normalização Coordenação de Práticas Integrativas e Complementares. Políticas de Práticas Integrativas e Complementares do Estado do Espírito Santo: Homeopatia, Fitoterapia/Plantas Medicinais, e Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura. Vitória, 2013.

GUARULHOS. Secretaria de Saúde. Política Municipal de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. Guarulhos-SP, 2014.

SIEGEL, Pamela. Yoga e Saúde: o desafio da introdução de uma prática não-convencional no SUS. Tese [Doutorado em Saúde Coletiva]. Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2010. Acessado em 15/02/2016.

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