Meditação e Saúde

Meditação e Saúde

 

por Alexsandro M. Medeiros

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publicado em fev. 2016

 

            A meditação é uma prática bastante antiga, cujas origens remontam às tradições orientais, estando especialmente relacionada à prática da yoga, do hinduísmo, do budismo e suas derivações como sinônimo de busca espiritual (LEVINE, 2000; CAHN; POLICH, 2006). “Os métodos e objetivos variam, mas, geralmente, nos contextos tradicionais, a meditação representa uma abertura para a comunhão com forças divinas, por meio de autoapaziguamento e neutralização dos pensamentos incessantes” (MORAES, 2015, p. 1619). “[...] o ponto central, comum as numerosas práticas, cosiste em retirar temporariamente a atenção do mundo exterior e dos pensamentos relacionados a ele para focalizá-lo sobre o tema de meditação escolhido” (SAMPAIO, 2010, p. 6) e esse tema escolhido varia de acordo com a metodologia utilizada.

            A meditação pode ser entendida como uma prática de auto-regulação do corpo e da mente, a partir de um conjunto de técnicas que treinam a focalização da atenção e da mente (DAVIDSON; GOLEMAN, 1977; GOLEMAN; SCHWARTZ, 1976; SHAPIRO, 1981), capaz de produzir maior integração entre mente, corpo e mundo externo e capaz de produzir efeitos psicossomáticos.

 

Sugere-se que a meditação pode ser entendida e vivenciada a partir de duas perspectivas, que podem se complementar. A prática pode ser o reflexo de um contexto religioso-espiritual, através da qual são cultivados os ensinamentos transmitidos pelos preceitos filosóficos característicos da tradição e/ou a meditação pode ser uma atividade inserida no âmbito da saúde, na condição de técnica capaz de produzir determinados benefícios, promovendo maior saúde física e mental (MENEZES; DELL’AGLIO, 2009, p. 285)

 

            Uma visão não exclui a outra e de alguma forma podem estar necessariamente interligadas, constituindo tanto uma prática espiritual quanto analisada a partir de seu potencial psicossomático, gerando respostas físicas e psicológicas que promovem a saúde e o bem estar não apenas físico, mas também o crescimento espiritual da pessoa.

 

Disponível em: BLOG Milenar

Acessado em 10/12/2015

 

A meditação como prática terapêutica e melhoria da qualidade de vida

 

            A prática da meditação tem sido estudada em associação a vários fatores, desde uma melhora na qualidade de vida, do humor, da saúde e do bem-estar psicológico (CARDOSO, et. al., 2004; CASEY; BENSON, 2004; CARLSON et al., 2004; GOLEMAN, 1997;  WALLACE, 1970), inclusive podendo transformar traços da personalidade gerando uma boa auto estima, autoconfiança, estabilidade emocional, redução do sofrimento psicológico, aumento de afetos positivos (GOLEMAN; SCHWARTZ, 1976; HAYWARD; VARELA, 2001; JAIN, et. al., 2007; LEUNG; SINGHAL, 2004; MARTIN, 1997; NARANJO, 2005), além de “[...] proporcionar o desenvolvimento de características psicológicas positivas por meio da redução de pensamentos ruminativos e de distração” (MENEZES; DELL’AGLIO, 2009, p. 283).

            Atribui-se ao doutor Herbert Benson, professor e cardiologista da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard nos E.U.A., o fato de ser um dos primeiros a estudar a meditação de forma científica no início da década de 1970 (SANTOS, 2010). O primeiro livro publicado em 1975 pelo doutor Benson à respeito The Relaxation Response (2000) aborda os benefícios da meditação no tratamento e recuperação de seus pacientes.

 

a partir de sua pesquisa a respeito da MT [meditação transcendental], Benson e Wallace perceberam que os meditadores conseguiam manter estáveis o batimento cardíaco, o metabolismo corporal e a respiração. Benson denominou Relaxation Response (Resposta ao Relaxamento) ao conjunto resultante destas respostas fisiológicas em decorrência da prática (BENSON; WALLACE, 2000, p. 16) e foi o nome que deu origem ao livro lançado em 1975 (ASSIS, 2013, p. 74).

 

            O livro do cardiologista e professor da Universidade de Harvard “[...] sistematiza os resultados de quase uma década de suas pesquisas iniciadas na década de 1960 sobre a possibilidade de práticas meditativas controlarem processos químicos-fisiológicos do corpo” (TONIOL, 2015, p. 119)[1]. A pesquisa testou a meditação como recurso terapêutico, produzindo efeitos positivos para a manutenção da saúde e até mesmo para a diminuição da utilização de medicamentos.

            Dez anos após a publicação de The Relaxation Response Benson publicou Beyond The Relaxation Response onde cunhou o termo “fator fé”, a partir da ideia de que a prática meditativa, combinada com crenças pessoais, tem seus benefícios de forma potencializada, sendo um pioneiro em estabelecer uma relação entre fé religiosa, a prática da meditação e a observação científica.

 

Benson percebeu, não apenas em suas pesquisas, mas também em outras de cunho similar que a influência do fator fé (Faith Factor) podia efetivamente: reduzir as dores causadas por angina e até mesmo eliminar a necessidade de intervenção cirúrgica (80% dos casos), reduzir a pressão arterial e controlar os problemas causados por hipertensão, aumentar a criatividade, principalmente nos casos de “bloqueio mental”, eliminar quadros de insônia e prevenir ataques de hiperventilação (ASSIS, 2013, p. 74-75).

 

            Uma outra figura de destaque no campo da pesquisa dos efeitos da meditação na área da saúde, especificamente a partir da meditação budista é o neurocientista americano Richard Davison, da Universidade de Wisconsin-Madison.

 

Em 2006, munido com imagens de cérebros de monges tibetanos, Richard Davidson comprovou que a meditação budista altera a estrutura e a densidade do cérebro, além de mudar o padrão das ondas cerebrais. Com número ínfimo de participantes para a dimensão subjetiva do problema, a pesquisa de Davidson conseguiu convencer a comunidade científica de que a meditação faz bem. As imagens de ressonância magnética indicaram o desenvolvimento da região do cérebro responsável pelas emoções “positivas” para aqueles que meditavam há mais tempo (MORAES, 2015, p. 1622).

 

            Inúmeros estudos vêm mostrando a eficácia da meditação relacionada, por exemplo, à diminuição dos sintomas ligados ao estresse e à ansiedade e cuja prática pode afetar positivamente as funções cognitivas e afetivas.

            Estudos sobre a prática meditativa associado à diminuição da ansiedade foram realizados por Brown e Ryan (2003), Galvin et al., (2006), Schwartz, Davidson, e Goleman (1978), e também associada à redução do lactato plasmático, que está associado a altos níveis de ansiedade (DILLBECK; ORME-JOHNSON, 1987; WALLACE; BENSON, 1972). Estudos sobre a prática meditativa associado à sintomas de estresse foram realizados por Goleman e Schwartz (1976), Kabat-Zinn (2003), Oman et al., (2006).

            O que torna a prática da meditação um “instrumento” de combate a depressão e a ansiedade, por exemplo, é o princípio de que a meditação faz com que nossa mente se fixe no presente, desprendendo-se do passado e não alimentando preocupações quanto ao futuro. E nesse sentido a meditação corrobora alguns princípios da própria psiquiatria sobre distúrbios mentais que são caracterizados pela insistência em remoer frustrações passadas, o que pode levar a depressão, ou pela angústia exagerada diante do futuro, o que provoca a ansiedade em grau tanto maior quanto maior o indivíduo se projeta e permanece no futuro. A meditação também tem um efeito direto sobre o estresse da vida contemporânea e nossas emoções, uma vez que ajuda a diminuir o estado de alerta constante em que o corpo físico se põe para resolver os problemas diários, com possíveis repercussões no sistema imunológico e no equilíbrio emocional, além de melhorar a concentração, o raciocínio e a memória. Estudos relatam que além de reduzir a ansiedade, a meditação provoca um incremento na autoestima, autorealização, confiança, redução de medos e fobias (WALSH, 1991).

 

A prática da meditação produz efeitos no cérebro que proporcionam respostas benéficas ao corpo como um todo. Os experimentos científicos demonstram que ela atua no sistema nervoso central e comprovam que esta prática tem efeitos neuroendócrinos e neuroquímicos que modificam a atividade cerebral e o metabolismo do indivíduo, provocando, inclusive, alterações estruturais em áreas do cérebro que favorecem a melhoria das funções cognitivas e emocionais da pessoa (SAMPAIO, 2010, p. 3).

 

            A investigação científica da meditação parte da premissa que, embora existam diversas técnicas, todas têm uma característica fundamental comum: o controle da atenção (MENEZES; DELL’AGLIO, 2009, p. 278).

 

Disponível em: ISTOÉ independente

Acessado em: 10/12/2015

 

RIME – Relaxamento, Imagens Mentais e Espiritualidade

 

            O RIME é uma intervenção terapêutica desenvolvida por Ana Catarina Elias (2001, 2003, 2006) em 1998 “[...] quando Elias começou a trabalhar com crianças e adolescentes com câncer em fase terminal e observou sofrimento psicológico e espiritual importante nesses doentes” (ELIAS, et. al., 2007, p. 62) e a partir do conhecimento sobre EQM (Experiências de Quase Morte), onde pacientes haviam relatado experiências positivas, embora dados como clinicamente mortos, Ana Catarina Elias “[...] teve o insight de induzir a visualização dos elementos descritos por esses doentes que vivenciaram EQM a crianças e adolescentes que se encontravam na fase fora de possibilidades de cura, começando a delinear a intervenção RIME” (ib., ibidem, p. 62).

            A partir da intervenção terapêutica através do Relaxamento, Imagens Mentais e Espiritualidade, Ana Catarina Elias percebeu que era possível ressignificar a dor dos pacientes com câncer, proporcionando uma relativa melhora na qualidade de vida.

 

Em resumo, a intervenção RIME consiste na integração das técnicas de relaxamento mental e visualização de imagens mentais com os elementos que representam a questão da espiritualidade, com base nos relatos de EQM. A espiritualidade é compreendida como a relação do indivíduo com uma área mais transcendental de sua psique e as mudanças que resultam dessa meditação (Jung, 1986) e a vivência do amor incondicional (ELIAS et. al., 2007, p. 62).

 

            Utilizando técnicas de relaxamento mental e visualização de imagens mentais, com os elementos que descrevem a natureza da espiritualidade Ana Catarina Elias (2003) acredita poder ressignificar a dor da morte de pacientes terminais com câncer, a partir das experiências realizadas com quatro crianças e três adolescentes diagnosticados com câncer e sem possibilidade de cura. A ideia é ao proporcionar um maior contato com a realidade subjetiva interna do paciente, seja possível favorecer mudanças de atitudes, ideias e pensamentos, frente às experiências diante da possibilidade de morte eminente. Os elementos que descrevem a natureza da espiritualidade foram obtidos a partir do relato de pacientes que passaram por EQM, cujos relatos apresentam elementos significativos para ressignificar a dor simbólica da morte. “Objetivamos, com essa intervenção psicoterapêutica, desfocar o pensamento do paciente dos medos, das angústias e das culpas específicas à situação da morte e do morrer e focá – lo em estados mentais de serenidade, tranqüilidade, beleza e paz” (2003, p. 93).

            Entre as técnicas utilizadas relatadas pela pesquisadora estão: a utilização de música e orientação de visualização com paisagens tranquilas, bonitas, positivas, como é o caso do adolescente R.A.G. que “[...] nos trabalhos de visualização, gostava de imaginar-se na praia empinando uma pipa [...]” (id., ibidem, p. 95) e no caso das crianças, histórias infantis com imagens coloridas e belas, desenhos, pinturas, e até mesmo jogos, acompanhados de músicas infantis suaves.

 

Referências Bibliográficas

 

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[1] No artigo de Rodrigo Toniol (p. 119-121) encontra-se uma síntese da experiência realizada por Herbert Benson e de como o cardiologista chegou a essa constatação

 

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