O dizer “Deus”: uma crítica hermenêutica a partir da teologia feminista

TEXTO APRESENTADO NO I SIMPÓSIO NORTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HISTÓRIA DA RELIGIÃO, REALIZADO EM PARINTINS-AM, EM AGOSTO/SETEMBRO DE 2017

por Luana Pantoja Medeiros

http://lattes.cnpq.br/7355733518783146

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Alexsandro Melo Medeiros

lattes.cnpq.br/6947356140810110

Resumo

Em uma época em que tanto se fala de desconstrução das ideologias patriarcais, a teologia não ficou imune a tais críticas por ter assumido ao longo das eras uma feição predominantemente masculina. Motivada por uma hermenêutica feminista, a teologia sofreu de maneira significativa seus impactos, seja do ponto de vista epistemológico, metafísico ou linguístico. As reinvindicações por parte das mulheres no que diz respeito ao aspecto teológico são bem variados, mas aqui iremos nos restringir as questões hermenêuticas de interpretação dos textos sagrados e questões que dizem respeito à própria representação da divindade por meio da linguagem. Esta comunicação objetiva, portanto, colocar em discussão uma hermenêutica feminista como uma nova forma de compreender Deus, a partir de uma compreensão que rompe com a ideia de que a mulher deve ler e interpretar os textos sagrados a partir de esquemas epistemológicos masculinos e propõe uma investigação crítica da imagem de Deus que os textos sagrados apresentam e supõem. Para isso utiliza como metodologia uma pesquisa bibliográfica que nos permite uma análise crítica dos próprios fundamentos epistemológicos, simbólicos, linguísticos e até metafísicos da tradição teológica ocidental, com ênfase na tradição cristã.

 

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O texto completo do trabalho estará disponível quando for publicado os Anais do Evento

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